Mostrando postagens com marcador Prática. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Prática. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sal da Terra


" 'Vós sois o sal da Terra!..'  O sal tem diversas serventias na vida no plano físico. Serve para conservar alimentos, evitar que estraguem e para dar sabor a vários outros. O excesso estraga e a falta não dá sabor. Assim deve ser a espiritualidade para nós, evitar que nos perca , ou estrague. Ter o bom-senso de não usar muito o sal a ponto de nos tornar antipáticos, intragáveis ou, se não usá-lo, nos tornarmos sem sabor, sonso. Devemos ter cuidado como recomenda Jesus de não servir para nada, ser lançado fora e pisado pela gente, por outras pessoas. O Mestre Nazareno comparou simbolicamente o sal material ao espiritual."

Do Livro "Entrevista com os Espíritos" - ditado por Antonio Carlos / psicografado por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho



‎"PALCO DA VIDA

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá à falência.

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.


Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer "eu te amo". É ter humildade da receptividade.

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz... E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Pedras no caminho? Guardo todas... Um dia vou construir um castelo!

Fernando Pessoa"

domingo, 4 de dezembro de 2011

Ainda hoje



Ainda hoje me pego pensando de maneira errada sobre muitas coisas.

Ainda hoje eu me comporto como selvagem

Ainda hoje eu não honro a dádiva da vida como deveria

Ainda hoje o egoísmo predomina

Ainda hoje o vício vence

Ainda hoje sou mais humano que gostaria ser

Entretanto, ainda hoje, há esperança.

O sol nasce pra todos. Amanhã é um novo dia. E, com ele, nasce uma nova chance, uma nova oportunidade.

Graças a Deus.


Ricardo

domingo, 2 de outubro de 2011





Fanatismo é torpe descaracterização da fé, exteriorizando demência da faculdade de pensar.


A descrença sistemática é conflito emocional, de curso largo, a inquietar o equilíbrio da razão.


O homem crê por impositivo da evolução, por hereditariedade psicológica. 


Nem toda crença é racional, passada pelo crivo do exame, mas também, automática, natural, em um número de pessoas, pela qual se expressa.


A fé, por isso mesmo, manifesta-se de maneira natural e racional. A primeira encontra-se ínsita no homem, enquanto a outra é adquirida através do raciocínio e da lógica.


A fé religiosa, pois, surge espontaneamente ou resulta de uma elaboração mental que os fatos confirmam.Virtude, portanto, conquista pessoal, descortina os horizontes amplos da vida, facultando paz e estimulando à luta.


Aquisição intelectual, transforma-se em uma luz sempre acesa a conceder claridade nas circunstâncias mais complexas da vida.

Seja, porém, qual for a forma em que se manifesta a tua fé, vitaliza-a com o amor, a fim de que ela se expanda na ação do bem.


A fé é parte ativa da natureza espiritual do homem, cujo combustível deve ser mantido através da oração, da meditação frequente e do esforço por preservá-la.Não faças experiências-testes à tua fé. Ela estará presente nos momentos hábeis sem que se faça necessário submetê-la a avaliações.


Aprende a crer nos teus valores.




O homem crê por instinto, por assimilação, pela razão. 


Põe a tua fé em Deus e absorve a ideia do bem, pois foste criado para uma vida feliz e saudável.



(Por Joanna de Ângelis - Divaldo P. Franco. In: Filho de Deus)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sugestões, autoconhecimento e prece.




Quando conhecemos bem nossos caminhos equivocados, é possível também perceber que muitas vezes, além de nosso próprio desejo, há algo a mais nos compelindo na direção errada. Esse "algo", que ocorre muitas vezes inconscientemente, pode ser traduzido como sugestões. Toda vez que nos encontrarmos nessas situações onde temos a sensação de que perdemos o controle e que as sugestões podem passar de um ponto razoável, nós devemos orar. Toda vez que nossa consciência nos traz à realidade de nossa condição de erro, ore.


Ricardo

Prece - Espíritos sábios e benevolentes, mensageiros de Deus, cuja missão é assistir aos homens e conduzi-los pelo bom caminho, amparai-me nas provas desta vida; dai-me a força de sofrê-las sem lamentações; desviai de mim os maus pensamentos, e fazei que eu não dê acesso a nenhum dos maus Espíritos que tentariam induzir-me ao mal. Esclarecei a minha consciência sobre os meus próprios defeitos, e tirai-me dos olhos o véu do orgulho, que poderia impedir-me de percebê-los e de confessá-los a mim mesmo. Vós, sobretudo, meu Ando Guardião, que velais mais particularmente por mim, e vós todos, Espíritos Protetores, que vos interessais por mim, fazei que eu me torne digno da vossa benevolência. Vós conheceis as minhas necessidades; que elas sejam satisfeitas segundo a vontade de Deus. (ESE - Prece 12)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Prece







“Sede, na oração, perseverantes.” (Paulo – Romanos – 12:12)

Diretamente convidado a uma decisão, no tumulto dos conflitos complexos, busque a inspiração superior através da prece.


Um momento de prece dirime problemas largamente cultivados.


Instado por dificuldade à rebeldia e ao desequilíbrio, faça uma pausa para a prece.


A prece não apenas aponta rumos quanto tranquiliza interiormente.


Açodado pelas paixões inferiores e vencido na psicosfera negativa do ambiente em que vive, erga-se à prece edificante.


A prece não somente sustenta o bom ânimo como também luariza os sentimentos.

Tombado por falta de apoio e aturdido nos melhores propósitos acalentados, tente o convívio da prece antes de desertar.


A prece não é só uma ponte que o leva a Deus, porém uma alavanca a impeli-lo para sair do desânimo que o prostra.


Atordoado por informações infelizes e vitupérios; apedrejado por incompreensões indevidas, mergulhe a mente na prece antes do revide.


A prece não constitui um paliativo exclusivo, sendo, também, inexaurível e abençoada fonte de renovação e entusiasmo.


Examinando o problema imenso que se avulta, aquietado pelas complexas engrenagens das decisões, estugue o passo, faça uma prece.


A prece tem o poder de clarificar os horizontes e içar o homem do abismo às cumeadas libertadoras.

Concluída a tarefa em que recolheu bênçãos e júbilos, não se esqueça da prece.


A prece não lhe constitua um instrumento de rogativa e solicitação incessantes, tornando-se, também, um telefônio para expressar o reconhecimento e a gratidão com que você exporá os sentimentos renovados ao Pai Celestial.


Não se trata de beatice, nem tampouco de pieguismo emocional.


Se lhe é justo permitir-se o pessimismo e o desaire, conservando a negação e o dissabor, a prece contituir-lhe-á bastão de apoio, medicamento reconfortante, pão nutriente porquanto cada um sintoniza com aquilo em que pensa e vibra.

Orando, você, naturalmente, haurirá nas fontes inesgotáveis da Divina Providência as energias necessárias para o êxito dos seus cometimentos.


Não se deixe vencer pelos que o abordam com ceticismo e preferem a manifestação cínica diante do seu estado de prece e de confiança.


Uma prece a mais nunca é demais.

(Por Marco Prisco - Divaldo P. Franco. In: Momentos de Decisão)
Fonte Blog Espírita na Net http://espiritananet.blogspot.com/